sábado, 15 de janeiro de 2011

As crianças e os palavrões (parte 2)

Sei que esse é um assunto polêmico e por isso foi até difícil fazer todos os comentários em uma só postagem, afinal, quem nunca disse um palavrão na vida. E o alivio que sentimos ao dizer em alto e bom som um PQP depois que damos uma topada? Parece que junto com o palavrão vai embora metade da dor, da vergonha e da raiva. Agora experimenta ficar calado depois de uma topada sem falar um palavrãozinho pra você ver como vai passar o dia todo com aquela cara de poucos amigos. Esse é o “poder libertador” que os palavrões tem de te deixar nos eixos depois de uma situação estressante. Por isso que palavrões e xingamentos já são algo comum em nossa cultura e em determinados lugar é até “lei” dizê-los, como por exemplo assistindo uma partida de futebol. Agora o que não é normal é ver crianças praticando tal arte como se fossem adultos, falando coisas “tão cabeludas” que nem os pais deles às vezes sabem o que significa. E o que fazer nessas horas? Seus problemas acabaram, porque o blog do pena traz até vocês seis dicas de como lidar com esse problema caso você esteja passadno por isso na sua casa. Anotem aí:1- Dar exemplo. Se você não quer que seu filho diga palavrões, então também não os profira. Porque o que não se ouviu, não pode se reproduzir ou imitar.
2- Evitar rir ou sorrir diante de qualquer palavrão. Por mais graciosa que possa resultar uma expressão ou algum palavrão, rir-se dele é um grande erro, e incentiva a criança a repetí-la.
3- Explicar de forma simples e clara que estas palavras ofendem, incomodam, que não são respeitosas e que existe um princípio básico nisso tudo: o que não gostaria que fizessem contigo, não faça você também.
4- Manter a calma e não dê importância demais, já que uma atitude em excesso do adulto, pode produzir efeito contrário. A criança deve sentir que os palavrões não são a melhor forma de chamar a atenção dos seus pais. O melhor é reconduzir essa etapa com naturalidade para que os palavrões percam seu poder e seu efeito na criança. A disciplina funciona sempre, desde que seja bem explicada e atinja o seu objetivo.
5- Oferecer alternativas. Incluir outras palavras a um sentimento ou situação em que se encontre a criança. Cada família pode adotar as palavras do seu meio cultural e social que sejam mais oportunas. Ensinar às crianças, por exemplo, que é melhor dizer ao seu irmão que está angustiado, porque quebrou seu carrinho, do que chamá-lo de imbecil ou de burro. Os pais podem inventar alguma palavra nova e divertida para substituir as ofensas. Mas sempre devem chamar a atenção para o respeito entre familiares, porque as atitudes de uma criança dentro de casa, certamente refletirão numa atitude semelhante fora dela.
6- Oferecer leituras para aumentar o vocabulário da criança e fazê-la descobrir novas expressões, exclamações,...mais divertidas.
Fazer tudo isso pode até ser difícil, mais é melhor do que ter um filho lhe fazendo vergonha quando você pedir para ir tomar banho e ele responder que não vai e ainda lhe mandar ir pra casa do “baralho”. To com filho de 7 meses em casa, e sei que brevemente estarei passando por essa fase, de ensinar bons modos para que desde cedo ele saiba que na casa onde ele mora existem valores e que precisam ser respeitados e o palavreado é um deles. E vocês, como estão educando suas crianças? é melhor corrigir enquanto há tempo e algumas dicas já estão ai acima, basta segui-las.
Fui...mas eu volto, afinal, o Pena não tem pena!!

8 comentários:

  1. Hahahahahaha mais um bom post Peninha. Vc é o cara amigo, seus posts são sempre sensatos e bem escritos. Só não gostei do meu herói Calvin falando palavrão, afinal ele é uma criança daquelas que não existem mais hoje, sem maldade no coração e sonhadora até no maximo possível!

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  2. Vc merece Pena,agora chama a tua galera p passar la e te prestigiar tbm,uma linda semana,e fiquei mais feliz ainda, de saber que vc gostou,pq eu adorei!!!!
    Beijao da sua amiga Centopéia!

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  3. Tem selo para vc lá no meu blog!
    Pegue o que já não tiver!

    ;D

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  4. Olá, meu caro amigo!
    Muito boas e interessantes as suas dicas. Parabéns!!!

    Um forte abraço e te espero lá no blog ;)

    www.nicellealmeida.blogspot.com

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  5. Fala Érico,
    obrigado pela visita lá no blog e pelo comentário.
    Rapaz, que assunto complicado não é mesmo? Palavrão!!! Difícil não dizer, na frente ou não de crianças. Ensinar é ridículo. Mas como evitar na escola ou entre amigos? Complicado, mas acho que família tem um trabalho fundamental e importante nisso.
    É como você mesmo falou, um assunto complexo e que levaria horas e horas em debate.
    Um grande abraço

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  6. Olá!
    A questão dos palavrões é um assunto comum e também polêmico. Os pais falam e proibem seus filhos ao mesmo. E até mesmo algumas religiões agridem essa pronúncia. Mas, como falou uma vez um professor de Literatura; "Palavrão tá na boca do povo, todo mundo fala ou já falou".
    Até eu, apesar de não falar mais.

    Boa tarde e obrigada pela visita.

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  7. caramba essa é uma pessima piada

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  8. ok uma vez o meu primo chamou eu e o irmao dele e cú de égua

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